“O ‘buraco’ pode ser muito maior do que a gente pinta” e foi o que aconteceu no vídeo The Black Hole. Para a personagem do vídeo, que aparentemente representa um funcionário de uma empresa, um simples círculo negro que aparece numa cópia retirada por ele próprio, se tornou uma possibilidade inimaginável. Inicialmente, um buraco que permite a passagem de um copo plástico usado como se fosse um cesto de lixo, faz fluir a imaginação desse funcionário: rapidamente se pensa em testá-lo e pegar, por exemplo, algo que está trancado em uma máquina, como um chocolate. Com uma resposta positiva, faz uma outra tentativa, agora mais audaciosa e já de forma consciente: pegar dinheiro de dentro de um cofre.
Este pequeno vídeo demonstrou que o buraco negro se tornava cada vez “maior” na mesma proporção que o funcionário “queria”, ou melhor, quanto mais crescia a sua ambição. A medida que o tempo passava, cada nova possibilidade que a personagem enxergava, maior o buraco se tornava. “Se quer conhecer um homem, dê poder a ele.” Entretanto, como todo ser humano ganancioso, ele cometeu uma falha: não previu todos os riscos, ficou “cego” diante do poder e “tomou uma rasteira”. E, de acordo com o que eu acredito: nada que começa errado pode terminar bem.
Este pequeno vídeo demonstrou que o buraco negro se tornava cada vez “maior” na mesma proporção que o funcionário “queria”, ou melhor, quanto mais crescia a sua ambição. A medida que o tempo passava, cada nova possibilidade que a personagem enxergava, maior o buraco se tornava. “Se quer conhecer um homem, dê poder a ele.” Entretanto, como todo ser humano ganancioso, ele cometeu uma falha: não previu todos os riscos, ficou “cego” diante do poder e “tomou uma rasteira”. E, de acordo com o que eu acredito: nada que começa errado pode terminar bem.
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