martes, 9 de agosto de 2011

Cela 211

Gostaria muito de ter visto o filme com meus amigos de sala, porém um gesso me impediu....Não conhecia o diretor e tampouco o ator da história, mas assim como o Labirinto do Fauno podemos entender um pouco da trajetória do país, com seus problemas e angústias e, de novo, o recurso de passagens em preto e branco que realçam o contexto e marcam a veracidade dos fatos. Assim como no Brasil que temos diversos filmes que tratam do nosso sistema carcerário, da corrupção e despreparo da polícia e de como só nos incomodamos quando a tragédia nos atinge, o protagonista também só participa ativamente quando se envolve particularmente, por um azar do destino, na vida daqueles presos. Colocamos o dedo na ferida, mas estamos longe de achar uma solução para um tema tão importante.
Ana Cristina

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